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domingo, 21 de março de 2010

O presente


Robôs pra todos os lados
Sempre andando
Com seus olhares vagos
Ignorantes e sem almas

Fazendo o que seus donos
Mandam, e programam
Sem nem examinar os danos
São todos iguais
Apáticos, alienados
E até mesmo conformados

Os homens são poucos
A maioria é vista como
Sem noção, loucos
Mas eu sei que não são
Simplesmente se recusam
A andar na contra-mão

Mas a revolução é próxima
Eu ensinei os robôs a lerem
E agora, eles irão dar...
... O que seus donos merecerem



C.F.A.N.

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